Assim que tem que ser

Saindo da caneta do poeta
Direto pro meu melhor atleta,
Mandando a rima inteligente
Na amizade transparente,
Sem quebra o elo da corrente,
Falo direto com anjo que caiu do céu
Falo com meu amigo Gabriel.

Pra todos os amigos eu já rimei
Amizade verdadeira só agora eu sei,
Tropeços da vida me ensinaram a crescer
Por isso nossa amizade vai permanecer,
Na hora de zoar a gente zoa e fala merda
Mas na hora de fala sério a gente faz coisa certa.

Quando a saudade bater
Não deixe de lembrar,
Amizade não é pra esquecer
É pra amar
De irmão pra irmão,
Não carregando nas costas
Mas sim guardando no coração.

Cuidado com o mundo
Cuidado com a moda,
Não caia nas drogas do submundo
Não seja o tipo do cara que acomoda.

Vou deixando aqui o meu recado
De quem vai estar sempre do seu lado
Conte sempre comigo
Qualquer hora, amigo!

Autor: Fábio Zacarias

Leia também as poesias que estão no "Histórico"!

Obrigado!

O Autor.

Trevas da cobiça

 

Ganância,

Causando sangue inocente no chão

A morte é certa, não tem opção.

A nossa cultura foi perdida

Subtraída,

Pelos ladrões portugueses

Que de tanto roubar os índios viraram fregueses,

Através de uma tal gentileza

Índios foram mortos pela colônia portuguesa,

A cultura do meu povo era forte e pura

Hoje há uma doença sem cura.

 

E se não fosse a ganância branca?

A hipocrisia estanca

Os índios não tiveram alternativa

E foram domesticados da vida coletiva,

Foram os padres jesuítas que fuderam vocês

Enquanto sussurravam coisas sagradas.

 

Eles vieram pegar qualquer coisa por gentileza

Pra pregar uma falsa alteza,

Índios foram enterrados por terem bebido a água do rio

Enquanto estavam amarrados no poço vazio.

 

Ó pátria amada mãe gentil

Porque não livrais do sistema servil?

A gente só vive pra servir?

Ou a gente só serve pra viver?

A gente tá aqui pra progredir?

Ou só pra fornecer?

 

Autor: Fábio Zacarias

Entendeu??

A cópia

 

Esse é o talento que tenho

A rima é eterna eu não me abstenho,

Então pare de me sugar

Você ainda não aprendeu que é proibido roubar?

Leu minha poesia. Gostou.

Por isso roubou

Pelo menos diga quem escreveu,

Se é que você percebeu

O que você leu é meu!

 

Incapaz de criar

Ser inútil que só sabe copiar,

Muito menos modificar.

Marionete das idéias de evolução

Esquece os bons modos como solução,

Mas o receptor enferrujado ainda tem poder na transmissão.

Então mude!

Vá atrás de seu objetivo

Mas não use seu lado apelativo,

Não tente ser aquilo que você não é

Pare de achar que não há razão para ter fé,

Ninguém muda o que está traçado

Mesmo que você não acredite, Ele está do seu lado.

 

Autor: Fábio Zacarias

É por isso que eu rimo

 

Nem melhor

Nem pior,

Apenas diferente?

No olho da serpente

Arrepia a gente,

Ou descarrega o pente?

Mas já que você abre as pernas pro capeta

Mostre sua faceta,

No estilo que quiser

Na maneira que vier,

Seja homem para enfrentar

Com tanta pose você vai apanhar,

Ou quem sabe ser assaltado

Por causa desse “amigo” aí do seu lado,

Ele é igual a você.

Usa roupa da moda igual a você.

Faz graça igual a você.

Fala igual a você.

E tem medo igual a você.

 

Hoje roupas e marcas têm voz

A etiqueta faz o “venha a nós”,

O nosso reino já ta cheio de maldade

Eles querem quantidade e não qualidade,

Até produto falso está valendo

O original é caro por isso vai você ficar querendo,

A tentação faz você comprar

Já que não tem idéia mas tem algo pra mostrar,

Você gosta quando te param pra perguntar,

“É novo? Pagou quanto?”

O valor causa espanto,

Esse é o mundo moderno

Transmissão ao vivo direto do inferno.

 

Eu não acredito

Que tênis da Nike faz o cara jogar bem

Eu não acredito

Que esse boné custou mais de cem

Eu não acredito

Que sua mãe disse que ta tudo bem

Só acredito

Que gente assim não vale um vintém.

Autor: Fábio Zacarias

Sem abrigo

 

Quem procura você só por diversão

Amanhã vira trairagem e vacilação,

Abusa da confiança e depois dá um pé na bunda

É sempre um “não posso” toda segunda,

Não sei por que esse cara sempre some

Agora não mais acrescenta só consome,

Meu pensamento que tinha um futuro

Terminou por falta de seguro,

Na hora da confusão

Vai te deixar na mão,

Achou que ele ia te salvar?

Ele não é mais seu irmão.

 

Existe amizade temporária?

Se existe então acabou a minha carga horária.

Nem fazendo hora-extra pra resolver

Fui demitido antes de tentar entender,

A cada tempo é um amiguinho da moda

Pergunta se isso me incomoda?

É o mesmo que me oferecer Sprite ao invés de Soda

Se ainda não entendeu isso pra mim é foda!

 

Quando a comida ta na mesa

E você ta com fome,

Então senta aí que por mim ta beleza

No pão nosso de cada dia,

Você vê quem ta na correria?

Não! Você só consome

Já fez sua parte agora some.

 

Agora são outros ventos

Veja o mundo com outros olhos,
Novos tempos.

Enterre o passado
Não importa quem está do seu lado,

E não deixe nada para trás

Assim o satisfaz,

Apenas encare
E reviva o pesadelo.

 

Autor: Fábio Zacarias

A nuvem escura

 

Viver o presente

E esquecer o passado,

É como não ter a melhor pessoa do lado.

A base não é forte

Pra agüentar o tamanho do corte,

Essa cicatriz o tempo não apaga

Fica submerso como um navio que naufraga.

 

Tem alguém aí afim de conversar?

Tem alguém aí que não quer relembrar

Lembra de mim?

Um cara que sempre esteve ali

Lado a lado

E hoje ta encostado.

 

Sonhos que vão embora

E agora?

Fique em paz

O sonhou ficou pra trás

De que adiantou dizer amizade sempre?

Ainda acredito no sempre

Se nada vai mudar,

Vamos recomeçar?

Mas você não da oportunidade

Pra dar continuidade,

A grande nuvem já nos envolveu

A pergunta que fica é porque isso aconteceu.

 

Autor: Fábio Zacarias

Essa poesia NÃO retrata a minha realidade! Que isso fique bem claro. Eu apenas transcrevi a realidade de outra pessoa. Volto a repetir, NÃO é minha realidade!!!

Hoje sorte, e amanhã?

 

Vida fácil é assim que eu levo

O que passa ao meu redor eu relevo,

Acordo a hora que quero

Perco o dia, mas à noite recupero.

Que diferença faz o horário que eu acordo?

O importante é o que o patrão fala e eu concordo.

Mesmo não entendendo nada

Com a roupa do avesso e a cara amassada.

É que eu perdi a hora

Que diferença faz?

Daqui a pouco já vou embora.

 

É na noite que eu me reencontro

A erva eu encontro,

E outras cositas também

Aproveito que não tem ninguém,

Não tem problema

Felicidade extrema,

Acredito em qualquer um

Todos são amigos e tem algo em comum,

O bar.

O segundo lar.

Onde não fico preocupado

Jogo sinuca, bebo e deixo fiado.

E no final do mês?

Deixa pro outro mês

Eu sou freguês.

 

O patrão é gente boa

Não faço nada ele não me chama de a toa,

Quando falta dinheiro ele me empresta

Peço o carro e ele nem manifesta,

Nunca vi ninguém assim

Parece um pai pra mim.

 

Isso é vida?

Isso é suicida

Um dia a máscara cai,

Agora não chore pelo pai,

Tem gente que tem sorte

Mas não tem suporte,

Pra agüentar a pressão

Então não caia nessa irmão.

 

Autor: Fábio Zacarias

Já dizia minha avó: "tem dias... e dias".

Fases

 

Ultimamente não tenho mais o que falar

Não há fatos pra rimar,

Minha cabeça está confusa e cansada

Minha mente ta no tempo estacionada,

Quero fazer tudo, mas não faço nada.

Como se minha mente estivesse dominada

Não há amigos do meu lado agora

Estou pensando em ir embora.

 

Esse dom não é meu

Não sei o que aconteceu,

Perdi a patente de minhas poesias

Hoje descobri que elas nunca foram minhas,

Sou só o meio de propagação delas

Não me leve a mau

Essa loucura é normal,

Vivo em outro planeta

Entre o papel e a caneta,

Da critica e da construção

Entre amigos e na solidão,

É na noite que busco inspiração.

 

Agora eu preciso conversar

Você tem tempo pra isso?

Acho que você nem pensa nisso

Então não queira me entender...
Antes que me pergunte, eu gosto do curso que escolhi.

Repetição da inutilidade

O que me acontece todo dia

Faz com que minha rima adia,

É ter que ir à faculdade

Espero que um dia eu conquiste a oportunidade,

Pra ter valido a pena fazer faculdade em outra cidade.

Acordo a cinco da manha, to com fome.

O sono é tanto que o pão some,

Mas ta tranqüilo

Não falo que passo fome porque isso é vacilo.

 

Na faculdade é sempre a mesma merda

Você finge entender

Pro professor parar de escrever,

E só em casa estudar

Porque a sala é uma zona e ninguém para de falar,

Aqui são todos iguais

Tênis, músicas e idéias artificiais.

Aqui sempre toca aquela musiquinha idiota

Que sai do bar e me acompanha pela rota,

Preciso de conteúdo

Se eu pudesse deixava no mudo,

Mas não tem jeito é a moda

Tá explicado porque é tão idiota.

Pra minha sorte eu tenho um fone

E deixo ligado no mais alto como se fosse um megafone.

 

É assim nesse vai e vem

Vou conhecendo quem é quem

Não vou na idéia fraca de ninguém,

Na estrada da vida vou refletindo

Uns ficam e o outros vão partindo

O mesmo pensamento eu vou seguindo.

 

Ontem eu caí

Mas de cena eu não saí

Por mais que tentem me derrubar

Eu ainda não morri.

...Devido ao desencontro de pensamento esse blog está fora do ar até que tudo volte a ter algum outro sentido...

O autor.

Essa pra você zé mané!! Todas as pessoas que eu não tenho ligação se transformaram em 'zé'. Que me desculpe os "zés" de bem... (risos)

O Zé que não é ninguém

 

E você Zé ninguém

Falso com os amigos tentando ser alguém,

Amigo? Você nem sabe o que isso

Se soubesse teria mais compromisso,

E não os trataria com tanta falsidade

Não diria que gosta da mesma coisa só pra ganhar a amizade.

 

Zé é um humorista

Quando diz que é um comunista,

Não acredito em nada que ele diz

Ele não é nada perto do que eu já fiz,

Não me chame de amigo!

Depois de sua traição, você não passa de inimigo.

Não dou valor na sua opinião

Porque amanha você já caiu em contradição

O que você fez não tem perdão!

 

Agora não adianta me agradar

Nada vai mudar,

O tempo passou e nada mudou

Mas outra coisa se fortificou,

Por tudo que fez

Você se identificou com a nota de três,

Assuma seu pensamento

Não vou passar outro constrangimento,

Não queira ser inocente

Seja homem suficiente

Pra mim não passa de ser inexistente.

Esperando pra conversar

 

Já faz tempo

Que a gente não tem tempo,

Aquela sintonia não ta mais no ar

Os passos já não são os mesmos no caminhar,

Mas aproveitando que você não ta apressado

Vamos se encontrar porque amanha é feriado,

“Nem vai dá! Tenho que estudar”

Pelo menos cinco minutos pra conversar?

“Ah, nem dá!”

Só você estuda e eu não?

“Falta compreensão”

Então deixa pro dia que der

Se vier...

“Também não é assim

É difícil também pra mim”

Tenho duvidas porque foi você que me excluiu

Deixou o passado e sumiu

Será que um dia você vai voltar?

“Calma que vai melhorar”

Já que você não ta mais do meu lado

Vou esperar sentado,

Pensando no passado.

Que foi feliz

E que hoje a amizade ta por um triz,

Isso aconteceu porque algumas idéias eu não aceitei

Mas você insiste em dizer é que eu não o respeitei,

Isso era motivo pra se afastar?

Existe uma diferença entre aceitar e respeitar.

Pense nisso

Ajude o seu amigo.

Ao invés de tomar chá de sumiço.

 

Agora é hora de recomeçar

E colocar as coisas no lugar,

O que antes foi profundo hoje é superficial

Entre irmãos isso não é normal,

Pra você parece que ta tudo bem

Não tem outra forma de resolver se não for além,

Esse pesadelo tem que terminar

E tudo melhorar,

Você já sabe como foi bom te conhecer

Mas e agora, o que tem a dizer?

Encontro com o homicida

 

            Segunda-feira dia 30 de abril de 2007. Véspera de feriado. Eram mais ou menos 11 horas da manhã e o Zaroni e eu estávamos voltando do sitio a pé, em direção a nossas casas.

            A gente estava andando pela estrada de terra quando avistei uma foice encostada em uma bicicleta verde. Fiz uma piadinha comunista: “cadê o martelo?”. Foi então que Zaroni disse: “ali ó...”. Na verdade era uma enxada...(risos). O que vale é a intenção e é certeza que quando ele for ler isso vai ficar puto dizendo que eu chamei ele de burro. Óbvio que ele não é! Mas voltando ao assunto e o que interessa nessa história é que logo à frente estavam duas pessoas. Um negro trabalhando e um maluco baixinho, cabelo meio branco e grande. Estava descalço, sem camisa, com uma tatuagem no braço e segurando um saco branco. Nada inusitado pra quem está na roça. Nós passamos por eles e eu, como sempre, cumprimentei os dois e eles retribuíram.

            Depois que nós passamos por eles o maluco baixinho disse ao negro que ia pegar carona com a gente. O Zaroni meio assustado começou a andar mais rápido. Eu também fiquei meio assustado por causa da aparência dele, parecia um louco. Mas como não tínhamos saída, demos “carona” pra ele.

            O maluco começou a falar e não parou mais.

            Maluco: daonde ceis tão vino?

            Eu: da cachoeira

            Era mentira, eu não ia dizer nada de pessoal a ele. Eu não o conheço.

            Maluco: ceis durmiro lá?

            Eu: ahan! (na verdade não dormimos)

            O dialogo mais parecia um monólogo. Só ele falava. O Zaroni só dava umas risadinhas pra dizer que também estava na conversa.

            O maluco começou a dizer onde ele trabalhava. Disse que era caseiro em uma fazenda e que estava indo pro bairro da Estiva. Até aí eu pensei que o maluco era de confiança, pô o cara era caseiro. Até agora ele não disse seu nome.

            Maluco: lá na fazenda tem um lago que ceis pode ir lá. Joga uma tarrafa lá e pega uns peixe pro ceis. Eu que sou o responsável. Ceis pode até durmi lá...

            Eu: ah! Pode crê!

            O assunto começou a ficar chato porque eu não curto esse lance de tarrafa. Mas valeu a intenção dele de mostrar cordialidade mesmo não sendo dono da fazenda.

            A gente foi conversando e o Zaroni só observando, devia tá fazendo conclusões ou pensando por que o Fábio (eu) não para de puxar conversa com o maluco ou porque o maluco não fica quieto um pouco. Até eu pensei nisso!

            A gente passou pela igrejinha de São Francisco, último ponto antes de pisar no asfalto. A partir daí a história mudou de rumo

            Maluco: eu não uso drogas não. Mas se tiver junto com a galera eu uso. Também depois de ficar 12 anos na cadeia né irmão. (um sorriso amarelo). Lá a gente aprende. Lá aprendi a fazer colar.

            Eu: eu faço colar. Eu vivo disso!

            Maluco: dá pra viver disso? Quanto custa esse seu?

            Eu: cinco reais.

Maluco: da pra ganha uma grana então.

Eu: dá sim!

PARTE II

Aí eu não disse nenhuma mentira. Até porque eu faço colar. Mas o Zaroni e eu começamos a ficar preocupados agora. Não que a gente tenha preconceito com ex-detento. Mas tinha um bandido do nosso lado. E se a policia aparece? A gente ta fudido!!

            A curiosidade bateu e eu tive que perguntar.

            Eu: porque você foi preso?

            Maluco: homicídio!

            Na maior tranqüilidade do mundo ele disse isso. Como se fosse normal matar alguém. Agora sim a gente ta fudido...

            Maluco: homicídio né! Olha só, o cara estupro minha bisavó. Minha bisavó tava no hospital e ele regaçou com ela. Não pode né irmão?

            Eu não sabia o que dizer. É melhor concordar com ele né... Disse um mero não e pensei que o maluco ia parar de contar. Não parou.

            Maluco: sabe como eu matei ele?

            Nem dei a resposta direito e ele já completou.

            Maluco: foi eu e meu amigo lá. Aí meu amigo... “Pá” deu o tiro, aí eu dei um tiro também. Eu sou uma pessoa de bem, mais o cara regaçou minha bisavó. Não pode né irmão?

            Eu: não pode!

            Maluco: lá na cadeia eu era respeitado, eu era chamado de Carlão, aqui eles me conhecem como Carlin. Na cadeia eu fiz a casa pra minha mulher. Lá eles emprestavam dinheiro pra mim. Eu era respeitado né! Lá eles não respeitam é estuprador. E eu fiquei na cela só com homicida.

            Zaroni: nossa!!

            Entramos na estrada e começamos a subir. O maluco agora com nome, Carlos, endereço e ficha criminal. Na verdade parte da ficha porque ele ainda fez mais e fez questão de falar.

            Carlos: na cadeia não tem essa não. Estuprador não tem vez. Uma vez eles colocaram um estuprador na minha cela. Nois resolvemo da um jeito nele. Falei pro meu camarada amarrar ele na grade. Aí eu catei no saco dele, amarrei na grade e dei duas paulada no saco dele pra ele aprende (riso amarelo).

            Zaroni e eu: Aaaiiiii!!! (cara de dor)

            Carlos: tomei mais quatro anos de cadeia. Agora eu to aqui... Trabalhando!!

            O silêncio tomou conta de todos. Já estava na hora do Calin tomar o seu caminho. Ele foi pra outra estrada de terra e Zaroni e eu seguimos pela rodovia.

            Resolvi relatar porque isso vai ficar gravado em minha mente. Acho que na mente do Zaroni também. Pedi pro Zaroni me ajudar a escrever, mas como ele não quis, acabei fazendo sozinho. Isso não é critica até porque irmão que é irmão está sempre junto. Até nesses momentos!

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